sexta-feira, 24 de maio de 2013

VOILÀ! EU TE AMO!

Hoje encontrei-me comigo! Não que este fato já não houvesse ocorrido outras tantas vezes, sendo até mesmo rotineiro. Porém, hoje foi diferente.
 
Minha esposa não se encontra, viajou, logo ali, brevemente! Amanhã estará de volta com a graça de Deus!
 
Como um genuíno homem (de bem e de caráter) resolvi tirar o dia para mim! Nada de mais! Na verdade, tudo da mesma forma, contudo, em ritmo diferente.
 
Sair do trabalho sem ter que correr para chegar em casa. Passar pela academia e treinar sem pressa antes mesmo de almoçar - ah, almoçar! Bem depois!
 
Deixar a preguiça gerar o conflito a respeito de: em qual momento tomarei meu banho - ah, se todo conflito do mundo fosse apenas esse! Cochilo no sofá, porém sem prolongar-se, para que não perca o sono da noite - doce segundo conflito do dia!
 
A única ansiedade aparente é a de aguardar o momento exato e propício para abrir um bom vinho e degustá-lo em companhia de um belo pão italiano, azeite de mesma origem, e um delicioso queijo - sem esquecer-me é claro, da companhia maravilhosa de minha querida cahorrinha princesa.
 
Voilà! Vamos ao vinho! Saca-se a rolha e o perfume do tinto toma o ambiente! Coloco-me a postos...rs. Bandeja na cama, TV ligada, computador no colo, queijo, pão, azeite e princesa...
 
Estranho, pensei que a ansiedade passaria tão logo o primeiro gole fosse dado. Mas nada!
 
É então que percebo, já no segundo gole, ao olhar para o lado, que na verdade o que sinto não é ansiedade e sim saudade! Saudade da mulher que amo! Aquela por quem vale a pena apressar-se na academia, almoçar juntos no horário combinado, e principalmente, desfrutar de sua companhia em momentos como este, com um bom vinho, pães, azeites, queijos, e claro, com nossa amada cachorrinha princesa!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

CARTA À UMA AMIGA!!!

Olá minha querida amiga!

Realmente esta mensagem é maravilhosa e esclarecedora. Nos dá orientações precisas com relação ao que estamos sentindo e em relação à direção a ser seguida. Mais uma vez fico maravilhado com a amorosidade e providência Divina, por intermédio de nossos irmãos da espiritualidade maior, que nos assistem, amparam, informam e trabalham incessantemente para que possamos ter a possibilidade de evoluir sempre.

Contudo, como eu disse, possibilidade, pois esta tão sonhada e buscada evolução dependerá certamente, sempre de cada um de nós, de acordo com nossas ações, méritos, responsabilidades e débitos.

De qualquer forma, uma mensagem como esta é como um bálsamo tranquilizador que nos recoloca no caminho e no entendimento corretos, de que períodos tensos e difíceis são momentâneos e fundamentais para nossa adaptação à essa nova realidade, pois representam a transição e reorganização energética as quais nosso planeta, e por consequência todos nós, estamos sendo sujeitados.

Como já pudemos ver em diversas mensagens, este é o momento de eliminarmos resquícios de energias mais densas, por meio de sentimentos menos nobres, tristezas, tensões e até mesmo doenças. Contudo, se mantivermos o foco, a fé e o trabalho incessante, seremos capazes de vencermos esta etapa que antecede a tão sonhada nova categoria em que a terra irá se enquadrar - um mundo de regeneração, de maior bondade, caridade, felicidade e amor.

Estamos no caminho certo minha irmãzinha amada! A despeito de nossas dificuldades, já possuímos, graças ao nosso amado Deus e à nosso querido irmão maior Jesus Cristo, a semente desta nova era, que viemos regando constantemente, com muito esforço, por meio de nossos atos, estudos e palavras.

Nos mantermos neste caminho, com forças renovadas e redobradas é o nosso objetivo, para que assim possamos alcançar a tão sonhada evolução e mais, para que possamos, por meio de nossos exemplos de dedicação, amor e caridade, motivar outros irmãos que de nós se aproximam e conosco realizam suas jornadas.

Deus é e sempre será conosco! Nosso Mestre Maior Jesus Cristo estará nos amparando constantemente até o momento em que nos tornarmos capazes de andarmos com nossas próprias pernas de amor e caridade.

A despeito de nossos momentos de queda e dificuldade minha querida irmã, lembremos que o caminho está aberto a todos nós, e que felizmente o reconhecemos e estamos desejosos de percorrê-lo. Resta-nos a dedicação diária, a fé fortificada, a tranquilidade e a certeza de que não estamos sozinhos nesta jornada.

domingo, 12 de maio de 2013

PARABÉNS MAMÃES, SEMPRE!

A comemoração do dia das mães surgiu na Grécia Antiga, onde celebrações eram realizadas no início da primavera, com o intuito de se homenagear Reia, mãe de Zeus, e considerada mãe de todos os deuses.
 
Com a perda desta comemoração ancestral, o dia das mães atual se estabeleceu nos Estados Unidos, como uma data criada para homenagear as mães que perderam seus filhos na Guerra Civil.
 
No Brasil, a comemoração surgiu a partir de 1918, sob influência americana da Associação Cristã de Moços, sendo oficializada em 1932. A partir de 1949, com o advento das propogandas publicitárias, a data passou a ter um caráter mais comercial.
 
Contudo, a caracterização comercial desta data e sua evolução, nos dá mostras concretas das formas pelas quais a humanidade vêm ao longo dos anos se desenvolvendo e focando sua trajetória. Notamos um apelo cada vez maior da busca do lucro pelo lucro.
 
Neste contexto, estratégias e ações publicitárias são elaboradas, desenvolvidas e realizadas, tendo como ingredientes o que ainda resta de sentimento nos corações das pessoas, para assim estimular a compra de presentes que irão homenagear as mães, mas sobretudo, alavancar os números e estatísticas econômicas.
 
A homenagem às mães deve ser efetivamente realizada diariamente! E a melhor forma de fazê-la não se dá apenas pela oferta de presentes (o que tem lá seu valor), mas sobretudo pelas ações e posturas que nós, filhos, assumimos em nosso dia a dia, em nossa vida.
 
Devemos agir com a sensação de que estamos permanentemente sendo observados e acompanhados por nossa mãe! Devemos conduzir nossos atos com o máximo de respeito, ética e moral de que somos capazes para que nossa mãe tenha uma trajetória marcada pelo orgulho de seus filhos, e não pelas más consequências advindas de nossos atos errados.
 
Homenagear a mãe revela-se como exercício constante, diário, que requer a prática recorrente da reflexão, para que a cada ato possamos nos perguntar: Qual seria a vontade de minha mãe? Será que com esta atitude eu a estarei honrando? Sentirá ela orgulho pelos meus atos?
 
Para finalizar minha reflexão gostaria de incluir neste modesto texto uma reflexão de um homem de extrema simplicidade e gigantesca sabedoria, e que representa verdadeiramente a importância das mães para a sociedade e para o mundo, devido ao seu amor incondicional e incomparável:
 
"Se as mães governassem o mundo não haveriam guerras, pois nenhuma mãe mandaria seu filho à guerra para ser morto! Isso é coisa de homens!" (Sebastião Lima - Palestrante Espírita).
 
Feliz dia a dia das mães!!!

sábado, 11 de maio de 2013

QUE PAÍS É ESTE?

Olho para a cena de violência da polícia militar contra os professores em greve e concluo: Realmente o momento é crítico!
 
Não quero aqui criar um discurso político partidário (o qual eu respeito), nem pretendo expor uma opinião como sendo de apoio absoluto a forma pela qual o movimento reivindicatório se organizou, pois estaria me contrapondo às minhas próprias posições sobre o mesmo, porém o que me chama a atenção é a total perda dos valores sociais que balizam uma sociedade que se pretende justa, igualitária em seus direitos, e principalmente, que seja voltada para evolução da nossa raça humana, tanto em termos econômicos, quanto a nível moral, ético e espiritual.
 
Por acaso os senhores que sustentam o cacetete deixam de pertencer a raça humana no momento em que estão exercendo sua profissão?
 
Como esses policiais conseguem deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz depois de agredirem profissionais que se organizam em um movimento pacífico e garantido pela nossa constituição, e que tem como objetivo maior reivindicar melhores condições de trabalho, que se atendidas irão beneficiar diretamente os filhos destes mesmos policiais, que estudam em escolas públicas, uma vez que a remuneração desta classe profissional é tão defasada quanto a dos professores?
 
Que sociedade é esta que ao presenciar estes fatos sequer se sensibiliza e muitas vezes até mesmo os apóia, de forma velada, sendo a passividade e omissão, provas incontestes da posição em que se colocam neste conluio?
 
A Lei de causa e efeito determina que todos os efeitos que experienciamos são produtos de ações (omissão e passividade enquadram-se aqui), intenções e desejos que produzimos cotidianamente. Este fato posiciona toda a sociedade como responsável pelas mazelas que nos aflige.
 
E quais seriam estas mazelas? Quais os problemas que estamos vivenciando e que somos responsáveis?
 
A resposta é simples: Tudo aquilo que nos prejudica, nos viola, nos reprime, nos oprime, nos coloca em situação de miséria e de falta de infraestrutura.
 
A saúde está um caos, a culpa é nossa. A educação sucateada, deturpada e abandonada, a culpa é da sociedade. A violência atinge níveis incontroláveis, a culpa é só nossa.
 
Uma sociedade que culturalmente e historicamente especializou-se em colocar-se na posição de vitima é uma sociedade omissa, passiva e dominada. Nunca será respeitada, pois nunca se fará respeitar.
 
A única forma de reverter este quadro é por meio do combate maciço da ignorância - que paralisa as pessoas e as tornam subjugadas - com uma educação de qualidade, com estruturas adequadas às necessidades atuais, com professores valorizados e que tenham condições de se atualizarem permanentemente, para melhor atender, formar e promover um futuro melhor para seus alunos.
 
O conhecimento eleva, transcende e liberta. Uma sociedade culta é uma sociedade ativa, capaz de protagonizar sua evolução. Uma sociedade culta é capaz de escolher seus representantes por meio de critérios sadios, justos e sérios.
 
Certamente o respeito de um governante à sua população é diretamente proporcional ao nível cultural da mesma. Mesmo porque, uma sociedade crítica e ética jamais elegeria representantes incompetentes, que não os respeitassem e que não trabalhassem em benefício de todos. 
 
Neste contexto, a Educação e os profissionais que neste ramo exercem seu compromisso profissional, deveriam ser extremamente valorizados, não pelos políticos de hoje - tão interessados em promover a ignorância social, mas sim pela sociedade, tão sedenta de melhorias básicas. 
 
O apoio social à causa educacional obrigaria o governo a agir qualitativamente na educação. O efeito produzido seria a formação de uma sociedade cada vez mais culta, crítica e pró-ativa, que retroalimentaria este ciclo. Quanto mais a população se intelectualiza, mais ela se torna consciente e responsável, portanto, maior o critério de escolha de seus representantes políticos.

 
Enquanto a sociedade não se posicionar ativamente a favor de uma educação de qualidade estaremos nas mãos de políticos inescrupulosos, que demonstram o total descaso com este segmento profissional e principalmente com o ser humano, afinal eu me questiono:
 
Que País é este onde professores são agredidos por policiais e bandidos são protegidos pelos órgãos de defesa dos direitos Humanos?
 

sábado, 27 de abril de 2013

UMA REFLEXÃO SOBRE O MOVIMENTO GREVISTA!

Inicio este texto deixando bem claro minha posição: há de se respeitar toda e qualquer postura, pensamento e ação que o indivíduo tome, uma vez que a livre expressão é garantida pela lei dos homens, e o livre arbítrio é um dos alicerces sustentatórios das ações e relações humanas, permitido por Deus.
 
Após quase quatorze anos de exercício docente na Rede Estadual de Ensino de São Paulo, e da participação em algumas greves durante este período, me deparo novamente, em 2013, com o movimento reivindicatório, e com ele uma série de ações, discursos e posturas que a mim, parecem a repetição perpétua de estratégias pouco eficazes, já que nada ou pouco obtiveram de conquista efetiva em momentos anteriores.
 
Neste contexto, valho-me de valoroso provérbio chinês o qual reflete meu efetivo pensamento atual: "Insanidade é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes."
 
Não me sinto impelido a aderir à um movimento arcaico, pouco produtivo, pouco inteligente, que considera como função primordial e efetiva do docente o aumento do "score" da paralisação/greve. Menos honesta ainda, é a utilização dos professores como massa de manobra por facções partidárias que há muito tempo se instalaram em nossos órgãos de representação de classe.
 
Já estive em greve marchando pelas ruas da maior capital de nosso País, sendo agredido por Policiais a mando de um sistema governamental que tem efetivo interesse em fomentar a ignorância social por meio do sucateamento da Educação Pública. Porém, também já estive debaixo de chuva, nas mesmas ruas, a presenciar disputas partidárias entre membros de nosso Sindicato, em cima do carro de som, enquanto nós, os professores convocados à se unirem em prol das reivindicações de nossa classe, aguardávamos impacientemente um norte operacional, uma verdadeira pauta reivindicatória à ser executada, sentindo-nos cada vez mais usados.
 
A organização de um movimento grevista passa obrigatoriamente, pela aproximação dos representantes de seus representados, como forma de identificar os verdadeiros anseios das bases, afim de se elaborar as ações e estratégias reivindicatórias efetivas, que serão produzidas após amplo debate, tendo como principal e "sagrado" comprometimento, a representação dos interesses da maioria e não, a utilização do mecanismo de representação para auferir resultados políticos para partidos inseridos em nossas instituições sindicais.
 
Contudo este, para mim, não se revela o maior problema deste movimento pouco criativo e efetivo. Não é segredo para ninguém que a cada greve somos "jogados" pela mídia (interessada em compactuar com o governo) contra a sociedade, por meio de matérias que subestimam o número de professores paralisados, e enfatizam o transtorno que causamos ao interferir no trânsito de São Paulo, e ao enviar os alunos de volta para casa, obrigando os pais à interferirem em suas rotinas para "cuidar" de seus filhos.
 
Se um dos nossos maiores problemas sistêmicos educacionais atuais revela-se como a falta de valorização da Educação pela própria sociedade que enxerga a escola cada vez mais como um espaço de entretenimento e tutela dos filhos, e cada vez menos como instituição formadora de cidadãos, como esperar a compreensão e até mesmo o apoio desta mesma sociedade, em nossas reivindicações?
 
Muito desta desvalorização tem a ver com a reestruturação da instituição familiar, que nos dias de hoje necessita do labor de ambos os pais para a geração de uma renda precária, o que os tira do lar, e os impossibilita a permanência e o cuidado maior de seus filhos.
 
Neste contexto, e sabiamente, o governo lança sua plataforma de ação política investindo maciçamente em marketing e ações que aos olhos da sociedade são responsáveis por criar uma escola perfeita uma vez que atualmente os estudantes são contemplados de forma gratuita com todos os materiais escolares, apostilas, livros, mochila, merenda, e uma lei que não só obriga o acesso e permanência dos alunos na escola, mas que também remunera as famílias mais carentes por meio de programas de incentivo governamental.
 
Não parece claro à todos as desvantagens que enfrentamos neste embate? Será que os professores envolvidos no movimento grevista (que são muito bem intencionados e estão em seu direito) não se dão conta que lutamos contra um gigante que especializou-se em iludir a população por meio da venda de uma imagem protetora e assistencialista?
 
Será que acreditamos verdadeiramente que a população irá se opor, gratuitamente, à este governo "que tanto faz" por eles? NUNCA!
 
Enquanto não mudarmos nossa forma de ação, enquanto não rompermos com o domínio da política interesseira partidária que impregna nossa classe, e enquanto não nos aproximarmos verdadeiramente de nossa sociedade, de nossos alunos, pais e comunidade, jamais seremos vitoriosos.
 
Para isso contamos com a maior de todas as armas que um ser humano pode dispor: o CONHECIMENTO! O conhecimento que liberta, conscientiza, sensibiliza, agrega e fortalece. Temos que de uma vez por todas assumir nosso papel de formadores de cidadãos críticos, reflexivos, e prontos a agir conscientemente na busca por uma sociedade mais justa.
 
Mas não é mandando nossos alunos para casa e servindo de número para o movimento realizado por um Sindicato vendido que isso irá ocorrer. Devemos ser mais realistas e humildes. Devemos estabelecer estratégias localizadas, em cada unidade de ensino, por meio de palestras e conversas com os alunos, pais e comunidade em geral, afim de esclarecê-los quanto às reivindicações que são feitas, conscientizá-los que lutamos não por pequenas melhorias pontuais para nós, mas sim por mudanças fundamentais da política educacional para que nossas escolas públicas deixem de ser centros de entretenimento e tutela de crianças e jovens e passem efetivamente a atuar como instituições responsáveis pela formação de nossos cidadãos.
 
Devemos abandonar de uma vez por todas esta postura ingênua e infantil de ação controlada e manipulada por interesses políticos sindicais, que não são nenhum pouco simpáticos à nossa sociedade. Devemos sim nos concentrarmos em esforços de conscientização e parceira com a sociedade, só assim estaremos fortalecidos.
 
Contudo, para isso, devemos superar um primeiro e provavelmente nosso maior obstáculo: a falta de unidade e corporatividade profissional que caracteriza nossa classe.
 


quarta-feira, 17 de abril de 2013

FELICIDADE EVOLUTIVA!

Estamos no início de uma nova Era. É o que as diversas correntes espiritualistas propagam, sendo o tão esperado fim do mundo – de dezembro de 2012 – na verdade o marco deste novo ciclo.
Creio nesse recomeço, ou melhor, no início desta nova fase que traz à reboque uma verdadeira transformação social, moral, ética e espiritual.
Como todo processo, o momento atual é o de transição, onde as energias estão sendo catalisadas, a sensibilidade está mais aflorada e manifestações negativas (fraudes, violência, tragédias, injustiça, impunidade, etc.) tendem à se potencializarem como última tentativa de manutenção do “status quo” que imperava até então.
Porém, a contenda revelar-se-á sem sucesso, pois graças ao Mestre Maior Jesus Cristo, e à seus auxiliares do plano espiritual, a evolução de nosso orbe à condição de regeneração é inevitável e por isso, certa.
Neste contexto, tanto a condição passada (de planeta de provas e expiações), quanto as pessoas que insistirem por meio de sua ação consciente, em posturas e manifestações danosas, negativas e de baixo padrão vibracional, deixarão de acompanhar esta transição e consequentemente, este processo evolutivo.
À estes infelizes restará apenas o consolo de uma nova chance reencarnatória, porém em um outro planeta, mais ajustado aos seus padrões vibratórios mais densos e inferiores. Continuarão expostos à dores, à novas provas e à expiações de que são devedores.
Àqueles que despertarem conscientemente para esta nova e esperançosa fase por meio de ações e sentimentos mais nobres, experimentarão novas sensações, poderão conhecer uma felicidade significativa ainda na matéria, prova inconteste da aplicação da lei de causa e efeito, e da lei da atração.
Devemos nos colocar conscientemente em condições favoráveis para não só desfrutar desta nova e maravilhosa transformação, mas sobretudo, para promovermos por meio de nossas ações, a tão sonhada e buscada felicidade evolutiva.  

terça-feira, 9 de abril de 2013

CONVIDO-OS AO SILÊNCIO!

Ao nos colocarmos em silêncio porém despertos, somos convidados por nossa consciência ao estabelecimento de importante diálogo.

Sentar-se à mesa, deitar-se ao sofá ou à rede em companhia de nossa consciência, é tarefa das mais complexas, desafiadoras e proveitosas que se pode vivenciar, desde que esta relação se estabeleça com o máximo de sinceridade e coragem possíveis.

Havemos de nos esforçarmos sobremaneira para garantir que tais virtudes prevaleçam durante o colóquio, inclusive dedicando à estes aspectos atenção permanente, pois seguramente, ao sermos conclamados por nossa consciência - portadora dos conceitos e anseios da alma e herdeira da Consciência Divina Universal - inevitavelmente, também tomará partido nesta conversa uma dimensão muito complexa e individualista de nosso ser - o Ego.

O ego é o grande responsável por nossa individualidade, instinto de proteção, impulso criativo e de conquista. É vital para a nossa sobrevivência, essencial para nossa evolução, contudo, sua ação é limitada pela matéria.

A despeito de sua utilidade, é incapaz de transcender a matéria - seu verdadeiro campo de atuação - e por isso revela-se ao mesmo tempo como algoz, e vitima de sua condição. O ego exacerbado produz expoentes em diversos setores sociais e profissionais com a mesma força, vitalidade e rapidez com que ignora, sobrepõe-se e "atropela" tudo ou todos que se lhe opõe.

Por este motivo ele nos mantém em constante ação, ocupando-nos com tarefas e pensamentos que nos dão a nítida sensação de que os dias estão cada vez mais curtos e nossas tarefas, cada vez maiores.

O ego sabe, instintivamente, que basta um único segundo dado à nossa consciência, para que ela nos convide à reflexão e análise de fatos e atos que seguramente o contra-posicionará à Consciência Divina Universal, aos valores da alma, em última análise, a ação da Psique.

Pode-se deduzir daí, que o maior receio do ego é o confronto com a psique. Conflituar estes dois titãs de nosso ser representa contrapor-se imperfeição e a herança da perfeição, indivíduo e o todo, e em muitas ocasiões, o bem e o mal.

Devemos nos encorajar à buscar o silêncio que eleva. O silêncio que desperta a consciência e nos convida ao diálogo sincero e direto.

Devemos exercer o combate ao ego exacerbado e à todas as suas manifestações negativas que nos mantém presos à matéria e nos boicota a evolução.

Necessitamos expandir nossa psique, ampliando nossa consciência acerca das "coisas" da alma.

Convido-os ao silêncio!